Letras: E, F, G e H

Termos com a Letra E

  • Ecmnésia – (do gr. ekmnésis – lembrança remota). Esquecimento da vida presente, lembrando-se, todavia, dos fatos antigos.
  • Ectestesia – (do gr. ektos – de fora + aisthesis – sensibilidade). Exteriorização da sensibilidade.
  • Ectobioplasma – Segundo Hernani G. Andrade, componente bioionizado da formação vital, que está intimamente ligado aos agentes estruturadores elementares das células.
  • Ectofitoplasma – Ectobioplasma de origem vegetal.
  • Ectomineroplasma – Correspondente mineral do ectobioplasma, evidentemente, sem o elemento químico carbono nas rochas não orgânicas.
  • Ectoplasia – Corruptela de ectoplastia.
  • Ectoplasma – (do grego: ektos – envolvente:  plasma – coisa modelada). Parte periférica do citoplasma, envolvente do protoplasma na célula orgânica. Essência da qual é tirada a energia essencial à realização dos fenômenos mediúnicos de efeitos físicos. Segundo Cromwell Varley, informação esta prestada por uma aparição a partir do médium Dunglas Home.
  • Ectoplasmia – 1. É o vulgar efeito físico de origem mediúnica. Fenômeno decorrente do uso da energia ectoplásmica. 2. Referente ao ectoplasma.
  • Ectoplasta – Médium ectoplásmico ou “de efeitos físicos”.
  • Ectoplastia – (do gr. ekto – envolvente + plasma + suf.). Aparição ectoplásmica.
  • Ectozooplasma – Componente animal correspondente ao ectobioplasma (H.G.Andrade).
  • Eflúvios – (do latim: efluvium). Emissão energética ou emanação invisível que se desprende de um fluido; efluência, exalação. É usado para definir a energia emanada das radiações mesmerianas e outras similares. Os primitivos pesquisadores tinham a impressão errada de que essa energia era de origem fluídica, por desconhecerem o que ia além da matéria. O termo correto seria bioenergia radiante ou quântica.
  • Ego – (do latim: .ego – eu). Segundo Kant, a alma como unidade do ser humano. Para Freud representa a personalidade individual de cada um e com o id e o superego completa o trio de que se compõe a alma.
  • Egocêntrico – (do latim: ego – eu + centro + ico). Aquele que se tem como o centro de tudo.
  • Egocentrismo – Tendência mórbida de se ter como a pessoa mais importante do universo e em torno do qual devam girar as coisas.
  • Egolatria – (do gr. ego – eu + lathros – adoração). Dito narcisismo, é o culto a si próprio, tendo-se como superior. Autoadoração.
  • Eidético – (do gr. eidetikós – essência). O que se refere ao espírito ou ao íntimo, segundo Edmund Husserl, filósofo alemão.
  • Electroscópio –  (do gr. elektron – elétrico + skópein – observação). Aparelho destinado a captar as radiações bioenergéticas de um organismo, muito usado nas salas de terapia intensiva, serve também para pesquisas paranormais. Foram usados para a pesagem da alma, pelos suecos e a pesquisa do campo de vida, ou Life’s field, de Harold Saxton Burr.
  • Embuste – (do castelhano). Ardil usado por determinados mistificadores para fingir que se comunicam com determinada pessoa já falecida.
  • Emocional – (do latim: emotus – distante). Diz-se do comportamento da pessoa envolvendo sua parte dos sentimentos.
  • Encarnação – (do latim: incarnatio – encarne). 1. Ato ou efeito de se pôr na carne. 2. Nascimento. 3. Processo de existência terrena de um Espírito preso ao seu corpo somático.
  • Encarnacionismo – Doutrina que só aceita uma existência terrena com o Espírito, este imortal.
  • Endocinesia – (do gr. endo – interno + knésis – movimento). Efeitos psicocinéticos internos.
  • Endometaplasia – (do gr. endo + meta + plasis – modelagem). Nome sofisticado dado à transfiguração.
  • Endoplasmia – (do gr. endo + plasma + suf.). Definição de Gustaf Geley para formação interna de plasmas por meio de ação psíquica.
  • Endoscopia – (do gr. endo – interno + skópien – visão). Exame dos órgãos internos sem influência psíquica.
  • Entidade – (do latim escolástico: entitas – essência do ser). Diz-se do Espírito desencarnado.
  • Epifania – (do gr. epiphanei – glória). Aparição ou manifestação divina.
  • Epifanismo – (de epifania). Aparecimento supranormal de algo.
  • Ergopsiquia –  ( do gr. érgon – trabalho + psicos – referente ao intelecto). Nome dado à força do pensamento onde as vibrações mentais são capazes de irradiar poderes além do normal.
  • Errante – (do latim: errantis – que erra, vagante). Diz-se do Espírito que vaga indistintamente ou que se encontra na Erraticidade.
  • Erraticidade – (do latim: erratus + sufixo). Lugar espiritual dos que aguardam reencarnação.
  • Escolástica – (do latim: scolsticus). 1. Metodológico; o que segue o método escolar. 2. Em filosofia, a aplicação da razão na análise das coisas.
  • Esconjuro – (de esconjurar). Exorcismo, juramento acompanhado de pragas e maldições.
  • Escotografia – (do gr. skóton + graphein). Termo registrado por João Teixeira de Paula para definir as fotos de imagens paranormais.
  • Escriptoscópio – Vulgo aparelho Arnold, dispositivo destinado a comunicações mediúnicas e que funcionaria como um robô psíquico.
  • Escrita automática – Também dita direta, espontânea, involuntária, fenômeno mediúnico erroneamente conhecido como psicografia por uns, refere-se ao caso ectoplásmico onde a Entidade grava seu escrito sem recurso do psicógrafo ou de qualquer apoio mecânico.
  • ESP – Abreviatura de Extra-Sensorial Perception, como o próprio nome indica, é o dom da percepção de ocorrências que transcendam à capacidade dos sensórios comuns.
  • Espaço – (do latim: spatio). 1. Lugar geométrico de três dimensões ou mais, por extensão. 2. Na linguagem espirítica, define a erraticidade ou, de um modo geral, o lugar dos desencarnados.
  • Espectral – (do latim: spectrum – fantasma). Diz-se do que se refere a influências no campo perispiritual e não no campo energético somático.
  • Especular – (do latim: speculum – espelho). Diz-se do fenômeno que se reflete no campo psíquico.
  • Espírita – (do francês: spirite). Neologismo criado por A. Kardec para definir os adeptos da doutrina por ele codificada.
  • Espirítico – (de espírita). Relativo à doutrina Espírita.
  • Espiritismo – (do fr. Spiritisme). Doutrina codificada por Allan Kardec a partir de mensagens mediúnicas ditadas por Entidades ditas desencarnadas e que tem como base a intercomunicabilidade com os mortos, ditos “não encarnados”, bem como, aceita a palingênese ou reencarnação. A pessoa se salva pelos seus atos bons e se perde pelos maus.
  • Espírito – (do latim: spiritus). Princípio inteligente, dito agente estruturador dos seres vivos animados. Define sua personalidade e suas características individuais.
  • Espiritual – Da natureza do espírito.
  • Espiritualidade – 1. Domínio de existência dos desencarnados. 2. Atualmente, segundo os estudos físicos, corresponde ao domínio dos agentes estruturadores que atuam sobre a energia cósmica para lhe dar formas e vida.
  • Espiritualismo – 1. Doutrina que se contrapõe ao materialismo, admitindo que o ser biológico animal possua um espírito que lhe dota de personalismo, independente das possíveis configurações que se possa ter a respeito desse espírito. 2. Nome que os ingleses dão à doutrina codificada por Kardec; o mesmo que neo-espiritualismo.
  • Espiritualista – Aquele que segue o Espiritualismo em qualquer uma de suas versões.
  • Espiritualizar – 1. Tornar-se desprendido dos liames materiais. Desinteressar-se pelas reações da matéria. 2. Visar ao progresso espiritual em detrimento dos interesses materiais.
  • Esquizofrenia – (do gr. schizo – rachadura + phrenos – diafragma mental). Dissociação das funções psíquicas que provoca a perda do contacto com a realidade. É um problema psicopatológico. É a doença mental que se caracteriza pela desagregação da personalidade e embotamento afetivo. São do tipo simples, paranóide, catatônica, hebefrênica e residual.
  • Esquizofrenia simples – É a que não se percebe de imediato, porém, se agrava com o tempo e se torna degradante com péssimo prognóstico.
  • Esquizofrenia catatônica – Caracteriza-se pela presença de movimentos estereotipados.
  • Esquizofrenia hebefrênica – O paciente se caracteriza pela agressividade. Tem a desagregação da personalidade mais intensa tornando o paciente mais hostil.
  • Esquizofrenia paranóide – Caracteriza-se pelo predomínio das distorções sensoperceptivas (alucinações e delírios). É a mais comum.
  • Esquizofrenia residual – É o que apresenta cronicidade na doença e sofre em conseqüência, geralmente, de abandono, na maioria dos casos.
  • Estereose – (do gr. stereós – sólido, palpável + sufixo ose). Aparição tangível.
  • Estigma – (do gr. stigma – sinal, marca). São marcas que aparecem no médium após um transe.
  • Estigmatismo – Refere-se ao sistema óptico em que a imagem de um ponto é rigorosamente outro ponto, sem deturpações. Não confundir com as marcas dermográficas.
  • Estímulo – (do latim: stimulum – ferrão). Vulgarmente dito “injeção de ânimo”, é uma reação psíquica dita estimulada, ou seja, encorajada por algum motivo. Provocação inconsciente acarretada por um fato que, normalmente, leva a ocorrências peculiares.
  • Estruturador – (de estrutura + suf.). Diz-se do agente do domínio espiritual, segundo pesquisas de Gell Mann nos aceleradores de partícula, que, atuando sobre a energia cósmica amorfa, estrutura todos os componentes materiais desde os subelementos atômicos até as formas superiores. É o Espírito, no homem.
  • Evocação – (do latim: evocationem). Ato de chamar ou pedir a presença de uma Entidade.
  • Evolução – (do latim: evolutionem). 1. Progresso moral e/ou intelectual de cada um. 2. Melhoramento de seu estado espiritual.
  • Expiação (resgate) – (do latim: expiationem). Processo pelo qual cada um se redime de suas faltas e erros passados.
  • Exorcismar – Praticar o exorcismo.
  • Exorcismo – (do gr. ex – para fora + orkismós – sermão). Oração religiosa de esconjura de espíritos maléficos ou demoniacais.
  • Êxtase – (do gr. ékstasis – enlevo). 1. Estado de arrebatamento íntimo ou abstração que leva o sensitivo se liberar dos vínculos somáticos e se projetar em condições de felicidade e paz. 2. Para a Psicologia, também pode ser um processo de histeria com delírios místicos capazes de levar a pessoa a um estágio de felicidade e desligamento material.
  • Exteriorização – (de exterior + suf.). É uma das formas de definição do desprendimento psíquico.
  • Extra-sensorial – Tudo o que não ocorre por via dos sensórios, ou seja, dos sentidos.
  • Extrassomatismo – Ocorrência alheia ao corpo.

Termos com a Letra F

  • Factício – (do latim: factitiuns – artificial). 1. Segundo Descartes, idéias não inatas, elaboradas pelo espírito. 2. O feitiço, o encanto natural exercido por uma pessoa em outra.
  • Faculdade (paranormal) – (do latim: facultatis). Dom individual inato ou adquirido por meio de práticas especializadas. Incluem-se nas faculdades: a mediunidade, a sensibilidade parestésica, as percepções extra-sensoriais e os dotes paranormais.
  • Fantasma – (do gr. phantasma). Espírito desencarnado que se apresenta aos encarnados.
  • Fantasmagoria – Falsa aparência, arte de criar figuras e ilusões para impressionar a outrem.
  • Fascinação ou fascínio – (do latim: – fascinatio – enfeitiçamento). Um dos processos de obsessão espiritual onde a vítima se deixa enlevar por falsos predicados que não possui e que lhe são atribuídos pelo obsessor. É considerado o pior dos tipos.
  • Fascinado – O que se deixa fascinar.
  • Fatalidade ou fatalismo – (do latim: fatalitatis – caso fortuito). Acontecimento funesto, supostamente inevitável. Destino.
  • Fatídico – (do latim: fatidicus). Trágico, predestinado. O que teria que acontecer. Segundo a crença, previsto pela fatalidade.
  • – (do latim: fide – fiel). 1. Uma das três virtudes teologais. Crença, confiança sob forma religiosa, nos poderes superiores da Criação. 2. Convicção doutrinária.
  • Feitiço – (do latim: factitium – contrafeita, factícia). 1. Bruxaria, fetiche, encanto, fascinação, trabalho de feiticeiros. 2. O mesmo que factício.
  • Feiticeiro – (de feitiço). O que se envolve com trabalhos de fascínio. Fazedor de feitiço.
  • Fetiche – (galicismo). 1. Objeto manipulado por trabalhos mediúnicos com o fito de servir de referência, de amuleto, de talismã para quem o use. 2. Coisa natural à qual se atribua poderes paranormais ou sobrenaturais. 3. Vodu.
  • FCU – Forma antiga, abreviada de “fluido cósmico universal”. Conceito errôneo que se refere à energia cósmica em expansão, amorfa, que compõe o Universo e que se constitui no fundamento da existência de tudo o que exista no domínio físico, dito material. Não se trata de nenhum fluido, motivo por qual este conceito é considerado falso e inaceitável. Seu uso denota desatualização científica e falta de conhecimento.
  • Fenômeno – (do gr. phainómenon – o que ocorre). Ocorrência verificada experimentalmente ou equacionada por expressões matemáticas. É classificado segundo sua natureza. Os fenômenos paranormais constituem uma classificação à parte, porque não se incluem nas ocorrências do dito domínio físico (material) que compreende todo o Universo. Estes dividem-se em psíquicos ou anímicos e parapsíquicos ou espiríticos, também ditos mediúnicos ou metanímicos.
  • Fenômenos anímicos – São aqueles que só dependem do dote do sensitivo, encarnado, e de suas energias biopsíquicas. Também são ditos fenômenos psíquicos.
  • Fenômenos espiríticos – Também chamados mediúnicos. Produzidos por desencarnados.
  • Fenômenos mediúnicos – Assim chamados porque dependem de um intermediário, encarnado, para servir de modo de comunicação com o desencarnado. São os que se caracterizam pela presença de uma Entidade espiritual não encarnada.
  • Fenômenos metanímicos – O mesmo que fenômenos mediúnicos, ou seja que transcendem aos anímicos.
  • Fenômenos paranormais – São os que fogem ao domínio das ciências clássicas e envolvem um influência psíquica ou uma atuação espiritual e que, como tal, não se consideram anormais.
  • Fenômenos parapsíquicos – Nome dado aos fenômenos que fogem à condição psíquica do encarnado. O mesmo que fenômeno mediúnico.
  • Figa – (do italiano – fica – do ficus). Amuleto com o formato de mão fechada tendo o polegar entre o indicador e o médio, feito inicialmente de caule de pequeno galho do ficus. Sinal idêntico feito com a própria mão, no caso de esconjuros.
  • Finado – (do latim: fines – o fim). Desencarnado, morto, falecido, trespassado.
  • Fio de prata – Liame perispiritual que une o espírito encarnado a seu corpo, também chamado de “soma”. Segundo os videntes, ele é elástico absoluto, afigura-se prateado e denota seu íntimo ligamento anímico. Prendendo o Espírito ao corpo, ele define o desencarne com seu rompimento. Os registros são baseados em informes.
  • Fluido – (do latim: fluidus). Fase física do estado material da energia que não tem forma própria. Compreende exclusivamente os líquidos e os gases. Antigamente, por um erro conceitual de conhecimento, tinha-se como fluido a energia, o que, até hoje, faz com que muitos incorram em erro lamentável, confundindo a energia com fluido. Toda a conceituação baseada, no “fluido” como sendo algo além da matéria é errônea e não aceita pela Ciência atual. apesar do uso.
  • Fluidoterapia – Nomenclatura errada partindo do pressuposto de que a energia transmitida pelo aplicador fosse fluídica, o que não ocorre. Recomenda-se reformular o conceito para definir o tratamento mesmeriano através de passes ditos biomagnéticos (magnetismo animal). Propõe-se o termo “metarradioterapia”.
  • Fluido vital – Nomenclatura errada que parte do pressuposto que a energia bio-orgânica fosse fluida. Todo o conceito fluídico com relação a emanações psíquicas está inteiramente invalidado por incorreção de definição atualizada.
  • Fobia – (do gr. phobos – temor). Designação dada a medos mórbidos de alguma coisa. Geralmente o termo é antecedido de um radical que define de que se tem medo ou pavor. Ex.: claustrofobia, medo do claustro ou local fechado. As fobias são de caráter psíquico.
  • Fogo fátuo – Emanação ectoplásmica de um cadáver que, à noite ou no escuro, é visível, pela luminosidade provocada com a queima do fósforo ectoplásmico em presença do oxigênio atmosférico. O fogo fátuo é uma demonstração de que um cadáver animal libera ectoplasma.
  • Fonística – (italianismo). Estudo da mediunidade psicofônica. Correlação com a psicografia e a tiptologia.
  • Fonte de energia – 1. Ponto, local, coisa ou elemento capaz de gerar energia sob ação de um agente qualquer. A mente é uma fonte de energia psíquica. Para que ela funcione torna-se necessário que haja um agente atuante, no caso, o espírito da pessoa. 2. De onde brota a energia.
  • Força – (do latim: fortia). Agente mecânico capaz de produzir ou gerar trabalho e/ou modificar a condição de movimento de um corpo. O termo é empregado para definir força mental, força psíquica, como sendo as respectivas capacidades de atuarem no meio físico.
  • Força mental – Poder do pensamento que pode atuar no meio físico.
  • Força psíquica – Atributo do Espírito encarnado que representa seu domínio sob as coisas.
  • Foto kirlian – ver kirliangrafia.
  • Fraude – (do latim: fraudátio – engano oculto). 1. Prática enganosa de um fenômeno. 2. Falsificação ou adulteração com intuito de iludir ou enganar.

Termos com a Letra G

  • Gene – (do gr. raiz da palavra gignomai – gerar). Unidade material hereditária dita genética, situada nos cromossomas e que define as características de cada um. Para os que usam a sigla DNA (estrangeirismo), o gene é conhecido como cistron, barbarismo lingüistico do inglês, desnecessário.
  • Genética – (de genes + suf.) – Ramo da Biologia que estuda as leis de hereditariedade e da transmissão dos caracteres nos descendentes no qual baseavam-se os materialistas para atribuir ao indivíduo seus caracteres psíquicos não comprovados.
  • Genialidade – (de gênio). Predicado anímico que cada um possui, no campo intelectivo, no técnico e no artístico, destacando-se a genialidade criadora.
  • Gênio – (do latim: genius – Entidade que preside o nascimento). Vulgarmente define a índole ou o temperamento da pessoa. Também define o desencarnado atuante que age em favor de – os bons – ou contra – os maus – as pessoas.
  • Gestaltismo – (do alemão: gestalt – forma). Doutrina que interliga os fenômenos psicológicos e os biológicos à forma. Também conhecido como “teoria da forma”.
  • Glossolalia – do gr. glossa – língua + lalei – desconhecido). Dom de falar línguas estranhas. É um caso particular da xenoglossia, apenas, destacando-se o fato de que o idioma aqui falado não é conhecido, apesar de apresentar uma estrutura gramatical própria. Foi estudado por Flournois.
  • Gnomos – (do gr. gnome). Seres considerados sobrenaturais que habitam o centro da Terra e  aí guardam seus tesouros (veios). Espíritos que se apresentam sob seu aspecto, baixo, gordo, com uma veste típica, com índole leviana. Consta que tenha sido usado por Paracelso neste sentido.
  • Gnose – (do gr. gnosis – conhecimento, saber) – Nome dado à doutrina dos gnósticos. Estudo tido como metafísico que une o conhecimento positivo com a sabedoria esotérica.
  • Gnosticismo – (de gnóstico). Sincretismo filosófico-religioso em que seus adeptos pretendiam ter um conhecimento completo e transcendental da natureza, bem como dos atributos de Deus.
  • Gnóstico – (do gr. gnostikos – sabedor). Iniciado nos conhecimentos supremos da gnose.
  • Guéridon – (galicismo). Mesa que, no início das observações mediúnicas, servia para os espíritos se comunicarem. É leve, tem três pés, cruzados em “x” sobre os quais se apoia a tampa.
  • Guia – (de guiar). Espírito protetor que acompanha cada pessoa encarnada, ajudando-a.

Termos com a Letra H

  • Habilitação – (do latim: habilitatis – destreza). Dom e preparo específico para práticas diversas.
  • Hábito – (do latim: habitus – costume). Ação que se adquire pela repetição constante.
  • Hebefrenia – (do gr. hebe – mocidade + phrenos – néscio). Perturbação psíquica na mocidade.
  • Hebemediunidade – Mediunidade na infância.
  • Hereditariedade psíquica – Contrapõe-se ao conceito de hereditariedade genética no campo das reações psicológicas, admitindo que o Espírito traz consigo seus dotes e personalidade, sem herdar geneticamente dos seus antepassados. Baseia-se no fato de que os intelectuais nem sempre têm sucessores correlatos, como também não possuem antecessores superdotados.
  • Hetoscopia – O mesmo que autoscopia.
  • Hialoplasma – (do gr. hyalos – vidro + plasma – modulado). A parte transparente do protoplasma e que entra na constituição ectoplásmica.
  • Hiloclastia – (do gr. hyle – material + klástes – destruir). Mal empregado por René Sudre no sentido de transportes de objetos sem levitação.
  • Hilomorfismo – (do gr. hyle – material + morphes – forma). Doutrina escolástica que defende dois princípios de vida: a matéria e a forma. Esta advém do íntimo. Baseia-se na filosofia socrática.
  • Hiperdulia – (do gr. hypér – superior + douleia – culto aos anjos). Culto a Maria, tida como Virgem mãe de Jesus, pelos católicos.
  • Hiperespaço – (hibridismo do gr. hypér – superior + espaço). Admitia-se a existência de um espaço extra cósmico que contivesse o Universo, portanto, dentro do qual o cosmo se situaria. Atualmente, esse espaço é considerando como sendo o energético que, segundo processos experimentais, demonstra possuir mais do que as três dimensões a que estamos bitolados. O hiperespaço, em seus conceitos confunde-se simultaneamente com o espaço habitado pelos Espíritos e o quadrimensional correspondente ao continuum definido por Einstein na sua Teoria da Relatividade Generalizada.
  • Hiperestesia – (do gr. hypér – superior + aisthésis – sensibilidade). Capacidade de certos sensitivos de perceber, através das radiações, as mais diversas e estranhas reações de um paciente.
  • Hipermnésia – (do gr. hypér – superior + mnésis – lembrança). Processo de lucidez ampliada por um estado inconsciente, e com ela, a memória.
  • Hipernormal – Palavra híbrida e imprópria para se usar no lugar de supranormal.
  • Hiperosmia – Sensibilidade olfativa aguçada, com supranormalidade ativada.
  • Hiperpragmático – Pessoa que fala de forma redundante e sem objetivo. Por vezes, com fuga de idéias.
  • Hiperpragmatismo – Abundância de verborragia sem objetivo. Linguagem não objetiva e abundante. Não conciso.
  • Hipnagogia – (do gr. hypnos – sono + agógos – que conduz). Diz-se do estado de consciência no instante em que o sono domina a vigília. Transição entre a fase acordada e a do sono.
  • Hipnoblepsia – (do gr. hypnos – sono + bleps – caminhar ). O mesmo que sonambulismo.
  • Hipnogênese – (do gr, hypnos – sono + gênesis – origem). Produção da hipnose.
  • Hipnógeno ou hipnogênico – O que produz a hipnogênese.
  • Hipnóide – (do gr. hypnos – sono + eidos – forma). Estado psíquico apresentado pelo paciente durante um transe hipnótico ou sono provocado por condicionamento.
  • Hipnoscópio – Aparelho inventado por Ochorowicz para estudo da hipnose e análise do paciente.
  • Hipnose – (do gr. hypnos – sono).  Processo provocado artificialmente por um indutor ou hipnólogo, que leva o paciente a um sono condicionado e através do qual se pode obter uma série de fenômenos anímicos de desprendimento e de ações diversas. Há inúmeros casos.
  • Hipocondria – 1. Problema psíquico, reduzido a uma afecção mental, onde o paciente entra em estado depressivo e sofre, por vezes, de processo auto obsidiatório capaz de lhe induzir problemas patológicos. 2. Melancolia.
  • Hipomania – (hibridismo do gr. hypo – sob + mania). Agitação psíquica.
  • Hipometalgia – Dessensibilização por meio paranormal.
  • Hipopragmático – (do gr. hypo – sob + pragma – negócio +  tikós – ato, ação). Indivíduo que comumente só fala por monossílabos.
  • Hipopragmatismo – Prática onde a pessoa se restringe nas respostas e em expressões de falar.
  • Histerese – (do gr. hysterésis – posterior, atraso). Fenômeno que define reminiscências causadas por qualquer ocorrência acontecida com a pessoa ou com o objeto. Fenômeno responsável pela possibilidade de um psicômetra captar as radiações de objetos.
  • Histeria – (do gr. hystera – padrão). Psiconeurose que se caracteriza por um estado de falta de controle sobre seus atos e emoções, com instabilidades e que se diversifica por diversos aspectos em decorrência do motivo que a provoque.
  • Holocausto – (do gr. holó – conjunto + kauston – sacrifício, imolação). Cerimônia de sacrifício e imolação de criaturas em homenagens a determinados deuses hebreus.
  • Horoscopia – (do gr. hóros – hora + skópien – exame + suf.). A arte de predizer as coisas pela leitura dos astros.
  • Horóscopo – Observação dos astrólogos, baseado na posição dos astros, para feitura de cartas em função da hora do nascimento das pessoas, com o fito de desvendar seu destino.
  • Hóstia – (do latim – hóstia – vítima). 1. A rês sacrificada em Roma em louvor aos deuses. 2. Na Eucaristia cristã, a pada (pequeno pão antigo) que representa o corpo de Jesus durante a sagração do sacrifício do Senhor.
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