O Efeito do Passe em Crianças

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Mateus, 19 – 13, 14, 15. Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreenderam. Jesus, porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus. E, depois de lhes impor as mãos, partiu dali.

Interessante como, já ao tempo de Jesus, muitos sabiam da necessidade das crianças serem tocadas, receberem o influxo magnético de uma fonte de energias revigorantes.

Impressiona que, juntamente com isso, àquela época também havia a tentativa de impedimento, o querer estabelecer-se regras ou proibições.

Ao que se percebe no texto evangélico, as crianças não estavam, necessariamente, portando enfermidades; simplesmente elas foram trazidas até Ele e, colocadas ao seu redor, foi solicitado ao Mestre que impusesse suas mãos sobre elas.

Antes de prosseguir, quero ressaltar que a expressão “imposição de mãos”, há 2000 anos, tinha significado bastante diferente do que entendemos hoje, como, de ordinário, quase tudo que seja antigo sempre pede contextualização a fim de serem evitados os equívocos cometidos, tão comuns como lamentáveis, quando queremos limitar nossas interpretações e/ou conclusões à literalidade das palavras e expressões. Continuar lendo

Passes

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O que é o Passe?

O Espiritismo tem por objetivo maior o bem estar do homem, que é alcançado em sua plenitude quando este se acha em perfeita harmonia consigo próprio e com o meio que o cerca. Sua metodologia dá prioridade à conduta preventiva e compreende uma infinidade de ensinamentos sobre as leis naturais que regem a vida material e espiritual.

Reforçando a mensagem de Jesus, diz a Doutrina Espírita, por exemplo, que o perdão deve ser usado sempre que alguém nos ofender, porquanto o ódio, a mágoa ou a revolta desequilibram o nosso emocional e causam doenças em nós mesmos. Obviamente, se perdoamos o ofensor, estamos livres dos efeitos nefastos desses sentimentos negativos.

O homem, no entanto, é ainda muito acomodado e preso às paixões mundanas, que lhe satisfazem os anseios imediatos, de modo que dá pouco valor à prevenção, acabando por ter que remedir o problema. É o caso da pessoa que prefere tomar remédios para curar a ressaca do que evitar a bebida alcoólica que a provoca. Continuar lendo