Um Espírita no Umbral

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Um homem de 55 anos, espírita, sofreu um acidente e morreu de repente. Ele se viu saindo do corpo e chegando a um lugar escuro, feio, tétrico, com energias muito negativas.

Assim que começou a caminhar por aquele vale sombrio, viu três espíritos vestidos com capa preta caminhando em sua direção. Assim que chegaram, o homem perguntou:

– Que lugar é esse?

– Aqui é o que vocês espíritas chamam de umbral – disse um dos espíritos. O homem ficou chocado com aquela informação. Mal podia acreditar que estava no umbral. Considerou que talvez estivesse ali para participar de alguma atividade socorrista aos espíritos sofredores. O espírito negativo, que lia seus pensamentos, respondeu que não. Ele estava ali porque o umbral era a zona cósmica que mais guardava sintonia com suas energias. Continuar lendo

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Crenças Inflexíveis

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“Quero pois que os homens orem em todo lugar levantando mãos santas sem ira nem contendas”. Timóteo 1;8

A palavra tentação vem do latim tentatio, onis  que  etimologicamente significa instigar, induzir, influenciar.

Somos criaturas facilmente influenciáveis e a prova inconteste é o crescente número de ocorrências positivas e negativas que nos envolvemos num período relativamente curto no espaço-tempo.

Até o presente momento as vozes do mundo espiritual vem realizando um esforço hercúleo a fim de que despertemos para a verdadeira vida, que é a vida espiritual, porém, o sono da ilusão ainda mantém-nos  induzidos às manobras lentas e desprovidas de iluminação interior.

Mergulhados num sono profundo e alheios a nossa responsabilidade com a vida espiritual iniciamos os primeiros movimentos para o despertar do espírito, todavia, a tentação de permanecermos na ilusão ainda nos ensombrece a razão. Continuar lendo

Livre-arbítrio e Responsabilidade

O livre-arbítrio é a faculdade que tem o indivíduo de determinar a sua própria conduta – As Leis Morais – Rodolfo Calligaris

O livre-arbítrio, é a condição básica para que a pessoa programe a sua vida e construa o seu futuro entendendo, porém, que os direitos, limitações e capacidades individuais devem ser respeitados pelas regras da vida em sociedade.

Deus nos deu a liberdade e o livre-arbítrio como instrumentos de felicidade. A liberdade nos é concedida para que possamos ter uma visão mais lúcida de nós mesmos e das demais pessoas, de forma a discernir que papel devemos exercer na sociedade, quais são os nossos limites e possibilidades, assim como os dos semelhantes. Continuar lendo

Lei de Liberdade

O pensamento e pensar são, respectivamente, uma forma de processo mental ou faculdade do sistema mental. Pensar permite aos seres modularem o mundo e com isso lidar com ele de uma forma efetiva e de acordo com suas metas, planos e desejos. O pensamento é considerado a expressão mais “palpável” do espírito humano, pois através de imagens e ideias revela justamente a vontade deste.

O principal veículo do processo de conscientização é o pensamento. A atividade de pensar confere ao homem “asas” para mover-se no mundo e “raízes” para aprofundar-se na realidade.

Segundo o filósofo Descartes (1596-1650), a essência do homem é pensar”. (Por isso dizia): “Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente”. (Logo quem pensa é consciente de sua existência) “penso, logo existo”. Continuar lendo

Jesus Guia e Modelo da Humanidade


Introdução:
Desde os tempos mais remotos da humanidade, que o homem precisa aprender a lidar com os seus medos, suas inseguranças, angústias e de todos os tipos de dificuldades encontrados na sua caminhada.
De acordo com a questão 625 do Livro dos Espíritos, Kardec pergunta aos espíritos qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?  “JESUS”.
Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava. Continuar lendo

Desdobramento em Serviço

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Personagens do texto abaixo:
Áulus            Espírito orientador de André Luiz, no plano espiritual.
André Luiz        Espírito que ditou o testo abaixo, por intermédio do médium Chico Xavier.
Hilário            Espírito, companheiro de André Luiz.
Clementino        Espírito – supervisor (mentor) espiritual – responsável pela reunião mediúnica.
Antônio Castro O médium

Chegara a vez do médium Antônio Castro. Profundamente concentrado, denotava a confiança com que se oferecia aos objetivos de serviço.
Aproximou-se dele o irmão Clementino e, à maneira do magnetizador comum, impôs-lhe as mãos aplicando-lhe passes de longo circuito.
Castro como que adormeceu devagarinho, inteiriçando-se-Ihe os membros.
Do tórax emanava com abundância um vapor esbranquiçado que, em se acumulando à feição de uma nuvem, depressa se transformou, à esquerda do corpo denso, numa duplicata do médium, em tamanho ligeiramente maior. Continuar lendo

Desdobramento


O desdobramento espontâneo pode mostrar um caráter medianímico, ou não. Caracteriza-se como medianímico, quando serve à manifestação de uma vontade estranha à do sujeito (médium), com vistas à orientação ou esclarecimento, ou, até, à mera comprovação da sobrevivência espiritual. Trata-se, aliás, de um fenômeno bem comum entre os médiuns de incorporação, que, em se desprendendo e chegando ao desdobramento, facilitam mais a ação do Espírito comunicante sobre seu equipamento físico, acompanhando, conscientemente, todo o processo, que não deixa, aliás, de receber, quase sempre, sua influência e sustentação. Continuar lendo

O Homem de Bem

O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a Lei de Justiça, de Amor e de Caridade em sua maior pureza.  (O Livro dos Espíritos – Cap. 12 Da Perfeição Moral – Questão nº 918 “Caracteres do Homem de Bem”)

Podemos enumerar algumas características que faz parte da conduta moral do homem de bem, que são as seguintes:  (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. 17 Sede Perfeitos – Questões nº 01 até 11)

CONSCIÊNCIA DE SI MESMO:

Procura interrogar a sua consciência sobre os seus próprios atos, perguntando a si mesmo se não violou determinada Lei.

Se não fez o mal e se fez todo bem que podia fazer ao seu semelhante.

Se foi omisso ou negligente em uma determinada ocasião de ser útil.

Se ninguém tem o que reclamar dele, da sua conduta, do seu caráter e da maneira como trata o seu semelhante, independente da condição social.

Se fez aos outros tudo o que gostaria que se fizesse com ele próprio. Continuar lendo

Aquele que se Eleva será Rebaixado

3. Por essa ocasião, os discípulos se aproximaram de Jesus e lhe perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” – Jesus, chamando a si um menino, o colocou no meio deles e respondeu: “Digo-vos, em verdade, que, se não vos converterdes e tornardes quais crianças, não entrareis no reino dos céus. – Aquele, portanto, que se humilhar e se tornar pequeno como esta criança será o maior no reino dos céus – e aquele que recebe em meu nome a uma criança, tal como acabo de dizer, é a mim mesmo que recebe.”
(S. MATEUS, cap. XVIII, vv. 1 a 5.)

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O Espiritismo e a Definição de Kardec

Dentro da definição que lhe deu Allan Kardec, o Espiritismo tem, ao mesmo tempo, um aspecto geral, como filosofia espiritualista, e os aspectos particulares, que são inerentes a seu caráter e sua organização. Quem o diz é o próprio Allan Kardec na introdução de O Livro dos Espíritos, ao ensinar que “todo espírita é espiritualista, mas nem todo espiritualista é espírita”. Realmente, há muitos espiritualistas que, embora admitam o fenômeno de além-túmulo, não aceitam os postulados do Espiritismo. São espiritualistas, mas, na realidade, não são espíritas.

Estas noções iniciais são muito conhecidas dos adeptos do Espiritismo, mas a verdade é que muitas pessoas julgam mal o Espiritismo, exatamente porque não conhecem as noções elementares da Doutrina. Daí, portanto, a necessidade, não mais para os espíritas, mas para o elemento leigo, de certos rudimentos indispensáveis a respeito do Espiritismo, sua definição, seu caráter, seus métodos, suas consequências. Continuar lendo

Espiritismo: Aspectos e Ciência

Por que se diz que o Espiritismo é ciência?

O Espiritismo tem um tríplice aspecto, ou três bases fundamentais. É ele uma ciência experimental, fundada na observação e análise dos fatos decorrentes das relações entre o mundo espiritual e o mundo corporal. É também uma filosofia, porque a partir das conclusões sobre esses fatos dá uma interpretação à vida do homem, respondendo às questões relacionadas com a sua origem, sua essência e seu destino. Mas é também uma religião, porque de tudo isso se extrai consequências morais indispensáveis ao aprimoramento íntimo da criatura, consoante os ensinamentos de Jesus Cristo. Esse sentimento religioso, no entanto, não decorre de uma institucionalização, com chefes e dogmas a serem obrigatoriamente obedecidos, mas é despertado no coração do ser, ligando-o pessoalmente ao Criador. Continuar lendo

As Penas Futuras segundo o Espiritismo


A questão das penas futuras, sempre foi motivo de muitas dissensões entre os religiosos e aqueles que não possuem fé alguma. E se analisarmos com tranqüilidade, em muitas vezes, temos de dar razão aos não religiosos, devido à falta de lógica da teoria professada pelos ditos cristãos.Também sobre este assunto, a Codificação Espírita trouxe muito esclarecimento. Transcrevemos abaixo, parte do texto escrito por Kardec em sua importante obra “O Céu e o Inferno”.A doutrina Espírita, no que respeita às penas futuras, não se baseia numa teoria preconcebida; não é um sistema substituindo outro sistema (…). Ninguém jamais imaginou que as almas, depois da morte, se encontrariam em tais ou quais condições; são elas, essas mesmas almas, partidas da Terra, que nos vêm hoje iniciar nos mistérios da vida futura, descrever-nos sua situação feliz ou desgraçada, as impressões, a transformação pela morte do corpo, completando, em uma palavra, os ensinamentos do Cristo sobre este ponto (…).

O Espiritismo não vem, pois, com sua autoridade privada, formular um código de fantasia; a sua lei no que respeita ao futuro da alma, deduzida das observações do fato, pode resumir-se nos seguintes pontos: Continuar lendo