Porque os Espíritas não temem a Morte!

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A doutrina espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida
futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade.
O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porem um
resultado de observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na
plenitude da sua realidade prática; não foram os homens que a descobriram
pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse
mundo que nos vem descrever a sua situação; aí os vemos de todos os graus
da escala da vida espiritual, em todas as fases da felicidade ou da desgraça,
assistindo enfim, a todas as peripécias da vida de além tumulo. Eis aí porque
os espíritas encaram a morte calmamente e se revestem de serenidade nos
seus últimos momentos sobre a terra.Leia mais »

Seca as tuas lágrimas e se me amas, não chores mais… A morte não é nada, eu apenas passei para o outro lado!

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A morte não é nada.
Eu apenas passei para o outro lado:
É como se estivesse escondido no quarto ao lado.
Eu sou sempre eu, e tu és sempre tu.
O que éramos antes um para o outro ainda somos.
Liga-me com o nome que você sempre me deu, que te é familiar;
Fala-me da mesma forma carinhosa que tens usado sempre.
Não mude teu tom de voz, não assuma um ar solene ou triste.
Continua a rir daquilo que nos fazia rir,
Daquelas pequenas coisas que tanto gostávamos, quando estávamos juntos.
Reza, sorri, pensa em mim!
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Visão Retrospectiva, no momento da morte

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Este é um dos fenômenos mais singulares que ocorrem em todos os casos de morte natural e, até mesmo, em algumas mortes subitâneas, por acidentes diversos.

A pessoa, nos instantes finais de sua existência, vê passar diante de si, como numa tela de cinema ou num monitor de vídeo, toda a Vida que está prestes a deixar. Os primeiros meses do renascimento, a pré-infância, a infância, a puberdade, a adolescência, a juventude e a fase adulta, tudo, tudo que foi experimentado em cada um desses estágios do desenvolvimento bio-psicológico do ser humano, vem à tona com uma riqueza de pormenores, absolutamente, incomum.

Deve-se este fenômeno ao registro minucioso feito pelo corpo perispiritual de todos os acontecimentos vividos pelo ser humano em cada uma de suas existências. Nada deixa de ser fixado pelo envoltório sutil da alma, e é, graças a essa transcrição minuciosa, que podemos, aqui mesmo, em nosso mundo e, mais tarde, na Vida Espiritual, lembrar-nos de todas as nossas existências pregressas.Leia mais »

Partida e Chegada (A Dor da Saudade e a Certeza do Reencontro)

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Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.

O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.

Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: Já se foi. Terá sumido? Evaporado?

Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.

O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.Leia mais »

O Outro Lado da Vida

Um discípulo procurou seu mestre e perguntou:

– Mestre, como posso saber se existe mesmo vida após a morte?

O Mestre olhou para ele e respondeu:

– Encontre-me novamente após o sol se pôr.

O discípulo, meio contrariado, esperou algumas horas, ansioso pela resposta.

Logo que o sol se pôs, o discípulo voltou à presença do mestre. Assim que o discípulo apareceu, o mestre afirmou:

– Você percebeu o que houve? O sol morreu…Leia mais »

Perda de Pessoas Amadas – Mortes Prematuras

Quando a morte ceifa nas vossas famílias, arrebatando, sem restrições, os maismoços antes dos velhos, costumais dizer: Deus não é justo, pois sacrifica um que está forte etem grande futuro e conserva os que já viveram longos anos cheios de decepções; pois leva osque são úteis e deixa os que para nada mais servem; pois despedaça o coração de uma mãe,privando-a da inocente criatura que era toda a sua alegria.

Humanos, é nesse ponto que precisais elevar-vos acima do terra-a-terra da vida, paracompreenderdes que o bem, muitas vezes, está onde julgais ver o mal, a sábia previdênciaonde pensais divisar a cega fatalidade do destino. Por que haveis de avaliar a justiça divinapela vossa? Podeis supor que o Senhor dos mundos se aplique, por mero capricho, a vosinfligir penas cruéis? Nada se faz sem um fim inteligente e, seja o que for que aconteça, tudotem a sua razão de ser. Se perscrutásseis melhor todas as dores que vos advêm, nelasencontraríeis sempre a razão divina, razão regeneradora, e os vossos miseráveis interesses setornariam de tão secundária consideração, que os atiraríeis para o último plano.

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Justiça das Reencarnações

Bem-aventurados os que choram, pois que serão consolados. – Bem- aventurados os famintos e os sequiosos de justiça, pois que serão saciados. – Bem- aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, pois que é deles o reino dos céus. (S. MATEUS, cap. V, vv. 5, 6 e 10.)

Bem-aventurados vós que sois pobres, porque vosso é o reino dos céus. – Bem- aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis saciados. – Ditosos sois, vós que agora chorais, porque rireis. (S. LUCAS, cap. VI, vv. 20 e 21.)

Mas, ai de vós, ricos que tendes no mundo a vossa consolação. – Ai de vós que estais saciados, porque tereis fome. – Ai de vós que agora rides, porque sereis constrangidos a gemer e a chorar. (S. LUCAS, cap. VI, vv. 24 e 25.) Leia mais »