Em silêncio, carreguemos nossa cruz

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Em geral, querem o s desempenhar nossas tarefas de maneira suave, sem dor nem sacrifícios. Entretanto, observando a vida dos grandes missionários, percebemos que eles enfrentaram muitos desafios e dificuldades, para alcançarem os objetivos de servir ao próximo.

Todo aquele que recebe do Plano Maior, a missão de trabalhar pelo bem comum, em geral o faz com espírito de renúncia e dedicação. Jesus, em seu Evangelho, nos oferece o seguinte ensinamento, que reforça esta nossa tese: “… Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.– Porquanto, aquele que quiser salvar a si mesmo, perder-se-á; e aquele que se perder por amor de mim e do Evangelho, se salvará – (Marcos, cap. 8, vv. 34 e 35.)

O que significa tomar sua cruz? Sinaliza-nos que devemos ter a consciência de que, durante o desempenho de uma tarefa, que vise a amenizar ou suprimir a dor dos que sofrem, muitos desafios teremos de superar. Continue lendo “Em silêncio, carreguemos nossa cruz”

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O Espiritismo não tem dono, patrão ou chefe!

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O Espiritismo não tem dono, patrão ou chefe. Sabemos disso, pois a Doutrina é dos Espíritos – ABC da 3.ª Revelação.

Estamos em 2010, ano do Centenário de nascimento do médium do século, o Kardec brasileiro, Chico Xavier. Chico, em nenhum momento, quis demarcar fronteiras entre os milhares de trabalhadores da Boa Nova.

Ao contrário, ele sempre apregoava a necessidade do surgimento de novos valores no campo da mediunidade, inclusive na psicografia.

O espírito Bezerra de Menezes, por seu intermédio, em 1957 – 53 anos atrás –, já nos alertava: “O livro mediúnico é comparável a melodia em que o medianeiro é o instrumento e o autor espiritual é o musicista. Quanto mais fiel o violino, mais sublimidade na peça”! Continue lendo “O Espiritismo não tem dono, patrão ou chefe!”

Homenageando “O Livro dos Médiuns”

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Em janeiro de 1861, há exatamente 150 anos, foi lançada em Paris, pelo Prof. H. L. D. Rivail (Allan Kardec), mais uma de suas obras, que compõem a codificação do Espiritismo: O Livro dos Médiuns. É um livro valioso, que deve ser estudado e colocado, em primeiro lugar, no estudo da mediunidade.

Kardec entendeu rapidamente, em suas pesquisas e experiências, que o intercâmbio com os Espíritos não é uma tarefa simples; ao contrário, exige preparo e qualificação das pessoas envolvidas no processo de comunicação.

Entendeu também que não basta a uma pessoa ter mediunidade; é preciso que ela saiba utilizá-la corretamente, a fim de que não lhe aconteça o que ocorreu com o servidor infiel da parábola dos talentos, que enterrou o seu talento na areia, temeroso de não corresponder aos desígnios do Senhor.

O dom da mediunidade é um presente de Deus para todos nós. Entretanto, a maioria dos que o possui, infelizmente negligencia, e termina não fazendo dele um instrumento voltado para o bem comum. Continue lendo “Homenageando “O Livro dos Médiuns””

A Grande Luz

Diante da escuridão, o homem atravessa os píncaros mais elevados do sofrimento.

A provação é inesperada, alcançando o seu coração, intensificando o seu interior de miasmas postulentos, impedindo-o de prosseguir.

Entretanto, uma pequena luz adentra o seu interior e eleva o seu ser…

Ele diz para si mesmo que é necessário prosseguir intimorato e resoluto, no afã de conseguir o bem…

Ele trabalha e serve, estuda e edifica o seu íntimo, buscando o que tem de melhor.

As trevas corrompem, mas a luz acende o coração, fertilizando a alma de bênçãos espirituais. Continue lendo “A Grande Luz”

Cada dia!!!

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Cada manhã na Terra é uma página em branco de que dispões no livro da vida, para fazer os melhores exercícios e testemunhos de elevação e bondade.
Não olvides que cada pessoa a cruzar-te o passo, na trilha das horas, é uma oportunidade de construção espiritual.
Seja qual for o motivo para desafeto, cultiva compreensão e amizade, observando que todo favor que possas prestar a benefício de alguém é uma chave que fabricas para a solução de teus problemas futuros.
Por mais claras as razões que justifiquem esse ou aquele comentário infeliz, procura encaixar uma frase edificante no círculo das palavras rudes que estejam sendo pronunciadas.
Por muito que um companheiro te haja ofendido, não lhe negues tolerância e abençoa-o com as tuas preces e gestos de auxílio, na convicção de que estás, com isso, levantando dispositivos de proteção a ti mesmo. Continue lendo “Cada dia!!!”

Fé e Perseverança

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Três rapazes suspiravam por encontrar o Senhor, a fim de fazer-lhe rogativas.
Depois de muitas orações, eis que, certa vez, no campo em que trabalhavam, apareceu-lhes o carro do Senhor, guiado pelos anjos.
Radiante de luz, o Divino Amigo desceu da carruagem e pôs-se a ouvi-los.
Os três ajoelharam-se em lágrimas de júbilo e o primeiro implorou a Jesus o favor da riqueza. O Mestre, bondoso, determinou que um dos anjos lhe entregasse enorme tesouro em moedas.
O segundo suplicou a beleza perfeita e o Celeste Benfeitor mandou que um dos servidores lhe desse um milagroso unguento a fim de que a formosura lhe brilhasse no rosto. Continue lendo “Fé e Perseverança”

Eclosão da Mediunidade

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A mediunidade, sendo uma faculdade natural, eclode ou surge na época apropriada, definida no planejamento reencarnatório do indivíduo.

Natural, aparece espontaneamente, mediante constrição segura, na qual os desencarnados de tal ou qual estágio evolutivo convocam à necessária observância de suas leis, conduzindo o instrumento mediúnico a precioso labor por cujos serviços adquire vasto patrimônio de equilíbrio e iluminação, resgatando, simultaneamente, os compromissos negativos a que se encontre enleado desde vidas anteriores.

Outras vezes surge como impositivo provacional mediante o qual é possível mais ampla libertação do próprio médium, que, em dilatando o exercício da nobilitação a que se dedica, granjeia consideração e títulos de benemerência que lhe conferem paz.

Sem dúvida, poderoso instrumento pode converter-se em lamentável fator de perturbação, tendo em vista o nível espiritual e moral daquele que se encontra investido de tal recurso. Continue lendo “Eclosão da Mediunidade”

Partida e Chegada (A Dor da Saudade e a Certeza do Reencontro)

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Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.

O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.

Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: Já se foi. Terá sumido? Evaporado?

Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.

O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continue lendo “Partida e Chegada (A Dor da Saudade e a Certeza do Reencontro)”