Jesus Guia e Modelo da Humanidade


Introdução:
Desde os tempos mais remotos da humanidade, que o homem precisa aprender a lidar com os seus medos, suas inseguranças, angústias e de todos os tipos de dificuldades encontrados na sua caminhada.
De acordo com a questão 625 do Livro dos Espíritos, Kardec pergunta aos espíritos qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?  “JESUS”.
Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava. Continuar lendo

O Bem e o Mal na Visão Espírita


Qual é a diferença entre o bem e o mal?
O que é o Bem?
É aquilo que enseja as condições ideais ao equilíbrio, à manutenção, ao aprimoramento, ao progresso de uma pessoa ou de uma coletividade.  É o conjunto de princípios fundamentais propícios ao desenvolvimento e ao aperfeiçoamento moral, quer dos indivíduos, quer da comunidade.  É o conjunto de fatores adequados a colocar e manter cada indivíduo no ápice de sua realização pessoal.  Aquilo que traz alívio, vantagens, bem-estar, cuja posse ou processo (física ou espiritual) julga a coletividade ser conveniente à manutenção e ao progresso do homem.  (Definição dada pelo Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa) Continuar lendo

Desdobramento em Serviço

Resultado de imagem para desdobramento em serviço
Personagens do texto abaixo:
Áulus            Espírito orientador de André Luiz, no plano espiritual.
André Luiz        Espírito que ditou o testo abaixo, por intermédio do médium Chico Xavier.
Hilário            Espírito, companheiro de André Luiz.
Clementino        Espírito – supervisor (mentor) espiritual – responsável pela reunião mediúnica.
Antônio Castro O médium

Chegara a vez do médium Antônio Castro. Profundamente concentrado, denotava a confiança com que se oferecia aos objetivos de serviço.
Aproximou-se dele o irmão Clementino e, à maneira do magnetizador comum, impôs-lhe as mãos aplicando-lhe passes de longo circuito.
Castro como que adormeceu devagarinho, inteiriçando-se-Ihe os membros.
Do tórax emanava com abundância um vapor esbranquiçado que, em se acumulando à feição de uma nuvem, depressa se transformou, à esquerda do corpo denso, numa duplicata do médium, em tamanho ligeiramente maior. Continuar lendo

Desdobramento


O desdobramento espontâneo pode mostrar um caráter medianímico, ou não. Caracteriza-se como medianímico, quando serve à manifestação de uma vontade estranha à do sujeito (médium), com vistas à orientação ou esclarecimento, ou, até, à mera comprovação da sobrevivência espiritual. Trata-se, aliás, de um fenômeno bem comum entre os médiuns de incorporação, que, em se desprendendo e chegando ao desdobramento, facilitam mais a ação do Espírito comunicante sobre seu equipamento físico, acompanhando, conscientemente, todo o processo, que não deixa, aliás, de receber, quase sempre, sua influência e sustentação. Continuar lendo

Comunicação Social Espírita

“A missão do Espiritismo é transformar o homem, para que o mundo se transforme”.
Sabemos que a evolução acontece através das experiências que vivemos, dos relacionamentos, da troca de ideias, informações e dos meios de divulgação das ideias.
A divulgação do Espiritismo nos tempos atuais é extremamente importante. O Espiritismo precisa sair das quatro paredes do Centro Espírita. Cada um de nós pode contribuir, dentro de suas possibilidades, difundindo a mensagem espírita para a humanidade encarnada, numa chamada de consciência para que o homem alcance horizontes mais altos. Continuar lendo

Significado do Sofrimento na Vida


Para melhor expressar-se, o amor irrompe de formas diferentes, convidando à reflexão em torno dos valores existenciais. Muito do significado que se caracteriza pelo poder – mecanismo dominante da realização do ego – desaparece, quando o amor não está presente, preenchendo o vazio existencial. Essa ânsia de acumular, de dominar, que atormenta enquanto compraz, torna-se uma projeção da insegurança íntima do ser que se mascara de força, escondendo a fragilidade pessoal, em mecanismos escapistas injustificáveis que mais postergam e dificultam a auto-realização.
A perda da tradição é como um puxar do tapete no qual se apóiam os pés de barro do indivíduo que se acreditava como o rei da criação e, subitamente se encontra destituído da força de dominação, ante o desaparecimento de alguns instintos básicos, que vêm sendo substituídos pela razão. O discernimento que conquista é portador de mais vigor do que a brutalidade dos automatismos instintivos, mas somente, a pouco e pouco, é que o inconsciente assimilará essa realidade, que partirá da consciência para os mais recônditos refolhos da psique. Continuar lendo